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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

STF se reunirá em meio a crise institucional sobre mensagens de Moraes e Vorcaro

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve se reunir na terça-feira, 15 de setembro, para tratar de uma crise institucional envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e mensagens trocadas com o empresário Daniel Vorcaro, antigo dono do Banco Master. A sessão determinará se será aberta uma investigação contra Moraes após um relatório da Polícia Federal que detalha comunicações entre o ministro e o banqueiro. A crise levou o presidente do STF, Edson Fachin, a afastar Moraes da relatoria do inquérito das Fake News e a proibir o ministro André Mendonça de avançar em investigações que possam atingir outros membros da corte.

Divisões internas surgiram em relação à condução da sessão. Um grupo de ministros alinhados a Moraes, incluindo Gilmar Mendes, buscou adiar a reunião. O ministro Mendes solicitou formalmente o adiamento para permitir uma análise mais abrangente dos documentos e sugeriu que a corte também julgue alegações de abuso de autoridade contra o ministro Mendonça. Por outro lado, o ministro Mendonça havia solicitado anteriormente a sessão para analisar provas obtidas do telefone de Vorcaro. O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, afirmou que comparecerá à sessão, apesar da preferência do presidente Fachin de que ele fosse representado por um substituto, já que diálogos da Polícia Federal também mencionam Gonet.

A corte também está deliberando se a sessão será pública ou realizada sob sigilo. Embora a Constituição geralmente determine julgamentos públicos, o regimento interno do STF permite sessões fechadas se o interesse público assim exigir. Alguns ministros expressaram preocupação de que uma transmissão ao vivo pudesse ser usada como munição política para as próximas eleições ou pudesse degenerar em um conflito profissional que prejudicasse a imagem da corte.

Fontes de centro-direita enquadram o evento como um teste crítico de transparência judicial e um potencial uso político de sessões fechadas. Fontes de centro focam mais na luta interna por poder entre as alas pró-Moraes e pró-Mendonça da corte, descrevendo o potencial para um massacre institucional.

Como cada lado enquadrou

Centro
Enquadrou o evento como uma luta interna por poder e uma batalha tática entre facções da corte.
Centro-direita
Enquadrou a situação como uma crise de transparência e alertou contra o uso político de sessões fechadas.

Fontes

93% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.