Presidente Colombiano Abelardo de la Espriella Revoga Restrições ao Porte de Armas
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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
O presidente colombiano Abelardo de la Espriella assinou um decreto revogando uma restrição antiga sobre o porte de armas de fogo. A medida suspende o Decreto 1.482, que havia proibido o porte de armas fora de locais autorizados por um ano. Esta restrição vinha sendo renovada por administrações sucessivas desde 2015, começando com Juan Manuel Santos e continuando por Iván Duque e Gustavo Petro. Sob o novo decreto, o direito de portar uma arma de fogo é limitado às armas e condições específicas estabelecidas na respectiva autorização.
O presidente Espriella, que tomou posse há mais de um mês após vencer as eleições de junho, argumentou que as regras anteriores falharam em impedir que criminosos tivessem acesso a armas ilegais e que os cidadãos têm o direito de se defender. Ele apoiou sua decisão no X com imagens de roubos e dados afirmando que, de 15.700 armas de fogo apreendidas pelas forças públicas entre 1º de janeiro e 3 de setembro, 14.179 estavam ligadas a crimes.
Críticos da medida levantaram preocupações sobre a segurança pública e a responsabilidade do Estado. Francisco Bernate, advogado criminalista e professor da Universidade de Rosario, argumentou que permitir que mais civis portem armas sugere que o Estado está admitindo seu fracasso em garantir proteção. Ele comparou o resultado potencial ao Velho Oeste, sugerindo que isso incentiva uma cultura de fazer justiça com as próprias mãos. Da mesma forma, o ex-secretário de Segurança de Bogotá, Hugo Acero, afirmou que, embora as restrições anteriores possam não ter funcionado, revogá-las aumenta os riscos tanto da posse legal quanto da ilegal de armas.
Relatórios de uma fonte de inclinação centrista fornecem um contexto mais amplo ao comparar a medida com as políticas do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro. Essa fonte observa que, embora Bolsonaro também tenha flexibilizado as regras de armas, um estudo do Instituto Sou da Paz sugeriu que a medida não impactou positivamente a segurança pública e, em vez disso, modernizou o arsenal utilizado por criminosos na região sudeste do Brasil.
Como cada lado enquadrou
- Centro
- Enquadrou o evento dentro de uma tendência política regional de liderança de direita e forneceu dados sugerindo que políticas semelhantes no Brasil falharam em melhorar a segurança.
- Centro-direita
- Focou nas críticas legais e institucionais do decreto, enfatizando o argumento de que o Estado está abdicando de seu dever de proteger os cidadãos.
Fontes
100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.