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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Correios Relata Prejuízo de R$ 5,55 Bilhões no Primeiro Semestre de 2026

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O serviço postal estatal brasileiro, Correios, relatou um prejuízo líquido de R$ 5,55 bilhões no primeiro semestre de 2026. Isso representa um aumento nominal nos prejuízos em comparação ao déficit de R$ 4,26 bilhões registrado no mesmo período de 2025. Apesar do prejuízo geral do semestre, a empresa viu uma redução nas perdas durante o segundo trimestre de 2026, que totalizaram R$ 2,4 bilhões. Este número é uma queda de 5,5 por cento em relação ao prejuízo de R$ 2,53 bilhões no segundo trimestre de 2025 e uma queda de 24,4 por cento em relação ao prejuízo de R$ 3,16 bilhões registrado no primeiro trimestre de 2026.

A empresa está atualmente passando por um plano de reestruturação sob a liderança do Presidente Emmanoel Rondon, que assumiu o cargo em setembro de 2025. Este plano inclui a revisão de despesas e contratos, o aumento da eficiência operacional e a implementação de programas de demissão voluntária. Essas medidas contribuíram para uma redução nos custos de pessoal, que caíram para R$ 6,9 bilhões no primeiro semestre de 2026, contra R$ 7,2 bilhões no mesmo período do ano passado. No entanto, a empresa enfrentou custos acrescidos de um empréstimo de R$ 12 bilhões contratado no ano passado e um aumento nas provisões para perdas judiciais.

A receita de vendas e serviços para o primeiro semestre de 2026 foi de R$ 7,87 bilhões, um declínio de 3,9 por cento em relação aos R$ 8,2 bilhões arrecadados no primeiro semestre de 2025. Enquanto as receitas de envios internacionais caíram significativamente, o setor de logística apresentou crescimento, aumentando de R$ 205 milhões para R$ 423 milhões. Para enfrentar sua crise financeira, a empresa está em estágios avançados de estruturação de um novo empréstimo de R$ 7 bilhões com a União atuando como garantidora. Além disso, o governo comprometeu-se com uma injeção de capital de R$ 6 bilhões até o final de 2027.

Veículos com inclinação de centro focaram nos detalhes operacionais da recuperação e no impacto específico das reduções de custos. O veículo de centro esquerda enfatizou a natureza histórica da crise, observando que este é o 16º trimestre consecutivo de déficits e destacando o impacto do programa tributário Remessa Conforme na receita internacional.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Destacou a tendência de longo prazo de déficits e os impulsionadores políticos específicos por trás do declínio na receita internacional.
Centro
Focou nos detalhes técnicos do balanço financeiro e no progresso do plano de reestruturação.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.