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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Tribunal nega pedido do empresário Brown Mogotsi para identificar testemunhas

2 fontes · África do Sul

Quem noticiou

  • Mail & Guardian África do Sul · Centro-esquerda · Media Development Investment Fund (non-profit)
  • Business Day África do Sul · Centro-direita · Arena Holdings (Lebashe Investment Group)

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de África do Sul.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Tribunal do Magistrado de Joanesburgo indeferiu um pedido do empresário Brown Mogotsi para obrigar o estado a revelar as identidades das testemunhas em seu processo criminal. Mogotsi foi preso em 16 de maio de 2026 sob a acusação de obstrução da justiça. Ele é acusado de encenar uma tentativa de assassinato falsa durante sua primeira aparição perante a Comissão Madlanga em 3 de novembro de 2025. A fiança lhe foi negada em 4 de junho após ele não fornecer um endereço residencial verificável.

O advogado de defesa Makau Sekgatja argumentou que a redação dos nomes das testemunhas do processo era ilegal e infringia o direito constitucional de Mogotsi de preparar sua defesa. Sekgatja também criticou o estado pelos atrasos na entrega dos depoimentos das testemunhas. A acusação rebateu que a seção 144(3)(a) da Lei de Processo Penal permite a retenção de tais informações. O promotor alegou que a esposa de Mogotsi visitou uma testemunha do estado, criando uma ameaça que justificava as redações.

Sekgatja negou qualquer intimidação de testemunhas, afirmando que a alegação surgiu de um desentendimento entre a esposa de Mogotsi e um vizinho. O magistrado decidiu, finalmente, que a proteção das testemunhas era uma consideração importante. O tribunal ordenou que o estado fornecesse os depoimentos completos das testemunhas à defesa, mas sem revelar os nomes ou endereços das testemunhas.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
A reportagem focou nos argumentos jurídicos relativos aos direitos constitucionais e nos detalhes específicos da decisão do tribunal.
Centro-direita
A reportagem forneceu detalhes mínimos, focando principalmente no fato de que o empresário havia retornado ao tribunal.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.