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Ex-banqueiro suíço Pierre Mirabaud é condenado por suborno e lavagem de dinheiro

3 fontes em 3 países · Brasil · Alemanha · Reino Unido

Quem noticiou

  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Der Spiegel Alemanha · Centro-esquerda · ~50% staff-owned
  • Financial Times Reino Unido · Centro · Nikkei Inc.

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A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Pierre Mirabaud, ex-sócio do banco privado Mirabaud and Cie e ex-presidente da Associação de Banqueiros Suíços, foi condenado a dois anos de prisão pelo Tribunal Criminal Federal da Suíça. A sentença foi suspensa. Mirabaud, que tem 77 anos, foi condenado por suborno e lavagem de dinheiro por pagar a um funcionário do governo do Kuwait 82,3 milhões de francos suíços, o que equivale a aproximadamente 101 milhões de dólares americanos, entre 2000 e 2012. Os promotores afirmaram que os pagamentos tinham como objetivo garantir negócios no valor de 595,2 milhões de dólares americanos para o banco. O funcionário kuwaitiano, que já faleceu, foi anteriormente condenado à revelia no Kuwait por corrupção e peculato de fundos públicos.

Embora a lei suíça permita penas de até cinco anos de prisão para esses crimes, os promotores solicitaram uma sentença de 24 meses. Este pedido baseou-se na idade de Mirabaud, na sua ausência de condenações anteriores e na sua cooperação com os investigadores. Mirabaud serviu como presidente da Associação de Banqueiros Suíços de 2003 a 2009, aposentou-se do banco em 2009 e trabalhou como consultor até 2012. O banco Mirabaud and Cie não foi parte do processo e recusou-se a comentar.

Separadamente, o regulador do mercado financeiro suíço, FINMA, relatou em 2024 que confiscou 12,7 milhões de francos suíços em lucros obtidos ilegalmente do banco. Esta ação seguiu-se a violações da legislação do mercado financeiro e de obrigações de combate à lavagem de dinheiro. A FINMA observou que a investigação envolveu relações comerciais que, em certo momento, representaram quase 10 por cento do total de ativos sob gestão do banco.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Este veículo enfatizou a troca de dinheiro por contratos e a brevidade dos processos judiciais.
Centro
Esses veículos focaram nos detalhes jurídicos e no histórico regulatório do banco.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.