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Preços Globais de Alimentos Atingem Níveis Mais Altos Desde 2022 Devido a Conflitos e Clima

4 fontes em 4 países · Bangladesh · Brasil · Catar · Reino Unido · 1 delas ligada a um Estado

Quem noticiou

  • The Daily Star Bangladesh · Centro · Mediaworld Ltd
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Al Jazeera Catar · Centro-esquerda · Ligada ao Estado · Qatari government funded
  • Reuters Reino Unido · Centro · Thomson Reuters Corporation

O que as cores significam

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A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Os preços mundiais dos alimentos subiram em agosto para os níveis mais altos desde o final de 2022, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). O Índice de Preços dos Alimentos da FAO teve média de 133,3 pontos em agosto, um aumento em relação à leitura revisada de julho de 130,8. Este aumento foi observado em todas as categorias monitoradas, incluindo cereais, óleos vegetais, açúcar, carne e laticínios. O açúcar apresentou o aumento mais acentuado, saltando 11,9 por cento para um pico de um ano devido à menor produção no Brasil e preocupações climáticas na Europa e na Ásia. Os preços dos cereais subiram 2,2 por cento no mês, atingindo o nível mais alto desde maio de 2024.

O economista-chefe da FAO, Maximo Torero, afirmou que o aumento é um alerta de que choques climáticos, tensões geopolíticas e logística comercial interrompida estão convergindo para restringir as expectativas de oferta. O calor extremo e a seca na Europa impactaram as colheitas de milho e beterraba açucareira. Além disso, o padrão climático esperado de El Niño aumentou as preocupações em relação à produção de óleo de palma e açúcar na Ásia. O Programa Mundial de Alimentos alertou que o El Niño poderá empurrar mais 50 milhões de pessoas para a fome aguda até o final do próximo ano.

Conflitos geopolíticos interromperam ainda mais os mercados. Ataques no Mar Negro reduziram os embarques de grãos da Rússia e da Ucrânia. Além disso, o conflito envolvendo os Estados Unidos e o Irã tensionou o fluxo de fertilizantes, especificamente através do Estreito de Ormuz. Em um relatório separado, a FAO reduziu sua previsão de produção global de cereais para 2026 em 3,4 milhões de toneladas métricas para 2,980 bilhões de toneladas, marcando o maior declínio anual desde 2018. Embora a maioria das categorias tenha subido, os preços da carne bovina foram uma exceção, caindo devido ao aumento da concorrência entre produtores brasileiros e australianos após as cotas de importação chinesas.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Este veículo enfatizou os riscos humanitários, citando especificamente o potencial de milhões de pessoas a mais enfrentarem fome aguda.
Centro
Esses veículos focaram nos dados técnicos do índice da FAO e nas mudanças específicas de preços de commodities.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.