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Crescente Nostalgia por Mao Zedong na China 50 Anos Após Sua Morte

5 fontes em 4 países · Brasil · Chile · Itália · Espanha

Quem noticiou

  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • La Tercera Chile · Centro-direita · Copesa (Saieh family)
  • ANSA Itália · Centro · Publisher cooperative
  • El Pais Espanha · Centro-esquerda · Grupo PRISA

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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Cinquenta anos após a morte de Mao Zedong em 9 de setembro de 1976, um sentimento de nostalgia pelos ideais igualitários do antigo líder está crescendo entre algumas pessoas na China. Essa tendência é particularmente evidente entre jovens que estão frustrados pela competição intensa no mercado de trabalho e na educação, bem como pelas longas jornadas de trabalho. Em lugares como Nanjie, conhecida como a última vila maoísta, os residentes continuam a viver sob princípios de propriedade coletiva, enquanto turistas em Dazhai visitam locais promovidos por Mao como modelos nacionais. Alguns observadores sugerem que a Revolução Cultural é agora percebida por alguns como um período de idealismo impulsionado por objetivos diferentes da busca por riqueza material.

Apesar dessa nostalgia, o registro histórico do governo de Mao permanece profundamente contraditório. Embora o Partido Comunista da China mantenha seu status como herói revolucionário, ele reconheceu que a Revolução Cultural foi um erro grave. As políticas de Mao levaram à perseguição brutal de intelectuais e ao fechamento de escolas. Sua gestão econômica também resultou na Grande Fome; enquanto o governo afirma que 15 milhões de pessoas morreram, historiadores estimam o número entre 20 e 43 milhões. Sob o presidente Xi Jinping, o debate público foi ainda mais restringido para evitar o niilismo histórico, que se refere a narrativas que contradizem a linha oficial do partido.

Expressões contemporâneas do legado de Mao variam desde sua imagem em moedas e seu corpo preservado em um mausoléu até a venda de lembranças como o Livrinho Vermelho. Um ex-correspondente da ANSA recorda a atmosfera em Pequim após a morte de Mao, descrevendo uma cidade paralisada pelo silêncio e uma luta pelo poder entre conservadores e progressistas.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Esses veículos destacaram como o partido usa uma narrativa histórica diluída de Mao para reforçar sua legitimidade atual.
Centro
Esses veículos focaram na tensão entre a nostalgia romantizada da juventude e a narrativa histórica censurada e controlada pelo partido.
Centro-direita
Este veículo enfatizou a natureza contraditória do legado de Mao, equilibrando seu papel na construção da nação com o imenso trauma social que ele causou.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.