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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Sentimento de Investimento em Infraestrutura Cai no Brasil Apesar de Gastos Recordes

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

O que as cores significam

  • Esquerda
  • Centro-esquerda
  • Centro
  • Centro-direita
  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Todos os veículos que cobriram esta história compartilham a mesma orientação política; leia com isso em mente.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A porcentagem de executivos, investidores e especialistas que veem o cenário para investimentos em infraestrutura no Brasil como favorável caiu para aproximadamente 38 por cento, de acordo com o último Barômetro da Infraestrutura realizado pela Abdib e EY-Parthenon. Isso representa um declínio significativo em relação aos níveis anteriores, enquanto a parcela daqueles que veem o cenário como desfavorável subiu de 20,4 por cento para 30,9 por cento nos últimos seis meses. A pesquisa, que coletou 233 respostas entre 8 e 23 de junho, ocorre após um ano recorde em 2025, quando os investimentos atingiram R$ 280 bilhões, com o setor privado fornecendo cerca de 80 por cento desses fundos.

Especialistas do setor atribuem o aumento da cautela a uma combinação de fatores domésticos e internacionais. Estes incluem a inflação, as altas taxas de juros, a reforma tributária e os efeitos da guerra no Oriente Médio. Especificamente, 44 por cento dos respondentes notaram um impacto médio do conflito na logística e nos preços do petróleo, enquanto 20,3 por cento relataram um impacto alto. Além disso, 59 por cento dos participantes afirmaram que o protecionismo comercial dos EUA afeta seus negócios, e 62 por cento das empresas estão estudando atualmente como a reforma tributária impactará seus contratos.

Considerações políticas também aparecem com destaque na pesquisa. Aproximadamente 44 por cento dos executivos acreditam que uma vitória de um candidato de oposição nas eleições presidenciais impactaria positivamente os investimentos. Por outro lado, 31 por cento acreditam que a continuidade do governo atual sob Luiz Inácio Lula da Silva teria um impacto negativo. Apesar da cautela a curto prazo, o saneamento continua sendo a prioridade máxima para investimento nos próximos três anos, seguido por rodovias e ferrovias.

Como cada lado enquadrou

Centro
Ambos os veículos com inclinação ao centro focaram no declínio estatístico da confiança do investidor e nos impulsionadores econômicos e geopolíticos específicos por trás da tendência.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.