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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Lula e Flávio Bolsonaro empatam em simulação de segundo turno, mostra pesquisa Quaest

5 fontes em 2 países · Brasil · Reino Unido

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao
  • Reuters Reino Unido · Centro · Thomson Reuters Corporation

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Uma nova pesquisa Quaest divulgada na segunda-feira, 7 de setembro, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro empatados com 41 por cento das intenções de voto em uma simulação de segundo turno. No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 36 por cento, seguido por Flávio Bolsonaro com 29 por cento e o escritor Augusto Cury com 8 por cento. Outros candidatos no primeiro turno incluem Renan Santos e Ronaldo Caiado, ambos com 3 por cento, e Romeu Zema com 2 por cento. A pesquisa também observa que 50 por cento dos brasileiros desaprovam o governo Lula, enquanto 43 por cento aprovam.

A pesquisa incluiu cenários com e sem Pablo Marçal, que está atualmente inelegível, mas registrou uma candidatura provisória. No cenário que inclui Marçal, ele detém 1 por cento dos votos. A pesquisa indica altas taxas de rejeição para os dois favoritos, com 55 por cento dos entrevistados afirmando que não votariam em Flávio Bolsonaro e 53 por cento dizendo o mesmo sobre Lula.

Veículos de centro enquadram a ascensão de Augusto Cury como um sintoma do cansaço do eleitor com a polarização entre Lula e Bolsonaro. Essas fontes citam cientistas políticos que sugerem que Cury representa um segmento volátil do eleitorado que rejeita os partidos tradicionais. Veículos de centro-direita focam no empate numérico entre os dois principais candidatos e nos índices específicos de desaprovação do atual governo. Veículos de centro-esquerda enfatizam o detalhamento dos dados em várias demografias e as margens de erro específicas para cada candidato.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Apresentou os dados como um detalhamento abrangente das intenções de voto em diferentes segmentos sociais e regionais.
Centro
Enquadrou os resultados como um sinal de exaustão do eleitor com a polarização política e a ascensão de uma alternativa de terceiro partido.
Centro-direita
Focou no empate estatístico no segundo turno e na alta taxa de desaprovação do governo Lula.

Fontes

80% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.