Comissão Madlanga apresentará acusações criminais contra Suliman Carrim por não comparecimento
2 fontes · África do Sul
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Todas as fontes desta história reportam de África do Sul.
Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
A Comissão Madlanga iniciará processos criminais contra Suliman Carrim, membro do ANC e empresário, depois que ele deixou de comparecer perante a comissão na sexta-feira, 14 de agosto. O presidente da comissão, Juiz Mbuyiseli Madlanga, afirmou que o secretário da comissão apresentará as acusações, observando que permitir que o não comparecimento ficasse sem resposta prejudicaria a comissão e incentivaria outras testemunhas a ignorarem intimações. Sob a Lei das Comissões, a falha em comparecer sem causa suficiente pode resultar em multa ou prisão por até seis meses.
A disputa centra-se na saúde de Carrim e na sua recusa em submeter-se a uma avaliação médica independente. Enquanto a equipe jurídica de Carrim argumentou que o seu médico assistente deveria testemunhar em vez de um especialista independente, o Juiz Madlanga decidiu que o médico assistente não era um perito objetivo. Este ceticismo cresceu após surgirem relatos de que Carrim visitou a Woolworths e a Kauai enquanto alegava estar medicamente incapaz de testemunhar. O advogado de Carrim, Kameel Premhid, argumentou que essas saídas foram explicadas em relatórios médicos, mas o Juiz Madlanga caracterizou-as como passeios, independentemente da formulação da equipe jurídica.
Carrim foi intimado a fornecer provas sobre as suas ligações com Vusimusi Matlala, que enfrenta acusações relacionadas a uma licitação policial de R228 milhões, e com o magnata das licitações Hangwani Morgan Maumela. Embora Carrim tenha testemunhado anteriormente que emprestou R10 milhões a Matlala, ele negou qualquer envolvimento em corrupção. O Juiz Madlanga declarou que a decisão de prosseguir com acusações criminais marca o fim da estrada para a tentativa de trazer Carrim perante a comissão.
Como cada lado enquadrou
- Centro-esquerda
- Esta formulação enfatiza a contradição entre as alegações médicas de Carrim e as suas idas às compras, destacando o absurdo percebido dos argumentos jurídicos.
- Centro-direita
- Esta formulação foca mais nos mecanismos legais da Lei das Comissões e nos detalhes específicos das alegações de corrupção envolvendo a licitação policial.
Fontes
100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.