Indicadores Fiscais de Minas Gerais Melhoram Sob Zema, mas Déficit de Caixa Persiste
2 fontes · Brasil
Quem noticiou
- UOL
- Folha de S.Paulo
O que as cores significam
- Esquerda
- Centro-esquerda
- Centro
- Centro-direita
- Direita
- Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.
A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.
A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.
O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.
Todas as fontes desta história reportam de Brasil.
Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
Minas Gerais apresentou melhora em diversos indicadores fiscais sob o governo de Romeu Zema, embora o estado tenha encerrado 2025 com um saldo líquido de caixa negativo de R$ 11,3 bilhões. O estado transitou de um déficit orçamentário de R$ 12 bilhões em 2019 para um superávit orçamentário de R$ 1,1 bilhão no ano passado, com uma projeção de R$ 7,4 bilhões para 2026. Apesar desses ganhos, especialistas citados nos relatórios argumentam que esses resultados não representam uma mudança estrutural na gestão de despesas, pois nenhuma reforma estrutural foi implementada.
O alívio financeiro foi auxiliado por decisões do Supremo Tribunal Federal que suspenderam R$ 34,3 bilhões em pagamentos de dívidas à União por 21 meses, entre dezembro de 2022 e o início de 2026. Além disso, o estado aderiu ao programa de renegociação Propag para R$ 179,3 bilhões em dívidas, o que inclui uma amortização extraordinária de R$ 35,8 bilhões por meio de ativos financeiros. Espera-se que essa medida economize ao governo R$ 5 bilhões somente este ano.
Simultaneamente, as renúncias fiscais aumentaram de R$ 15 bilhões em 2021 para R$ 24,2 bilhões até o final do ano passado. Analistas sugerem que esses incentivos reduziram a receita potencial que poderia ter melhorado ainda mais a posição de caixa. Zema, que concorre à Presidência, não implementou em seu próprio estado as reformas administrativas que defende em nível federal.
A Secretaria de Fazenda do estado afirmou que os indicadores mostram progresso na organização das contas públicas e uma recuperação da capacidade de investimento. Isso ocorre após uma grave crise de caixa herdada da administração de Fernando Pimentel e governos anteriores, que deixaram um rombo total de caixa de R$ 46,9 bilhões em 2019, incluindo salários não pagos e transferências atrasadas para os municípios.
Como cada lado enquadrou
- Centro-esquerda
- A reportagem enfatiza a falta de reformas estruturais e o aumento nas renúncias fiscais, apesar dos números orçamentários melhorados.
- Centro
- A reportagem apresenta uma visão equilibrada das melhorias fiscais ponderadas em relação aos déficits de caixa persistentes e às renúncias fiscais.
Fontes
100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.