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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Juventude do MST picha muro da Embaixada dos EUA em meio ao aumento das tensões entre Brasil e EUA

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da Insurreição Popular da Juventude picharam o muro da embaixada dos Estados Unidos em Brasília na quinta-feira, 13 de agosto. Os manifestantes escreveram a frase "Os EUA fazem a guerra e lucram com a morte" tanto em português quanto em inglês. Durante a manifestação, participantes queimaram uma bandeira dos EUA e exibiram faixas criticando a indústria bélica e as políticas imperialistas dos EUA. O MST afirmou que a ação foi um protesto contra o financiamento de armamentos e sanções contra países como Palestina, Cuba, Venezuela e Irã.

A Polícia Civil está investigando o incidente. De acordo com reportagens de centro-direita, a investigação inclui um relato de um pequeno incêndio na área da embaixada que foi rapidamente extinto. Alguns manifestantes teriam usado roupas camufladas e cartolas do Tio Sam.

O evento ocorre durante um período de significativa tensão diplomática e comercial entre o Brasil e os Estados Unidos. O governo Trump impôs recentemente uma tarifa de 37,5 por cento sobre as exportações brasileiras, citando preocupações com práticas comerciais desleais, desmatamento e trabalho forçado. Em resposta, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou uma queixa formal à Organização Mundial do Comércio.

As relações diplomáticas deterioraram-se ainda mais após a decisão do governo dos EUA de revogar o visto da embaixadora brasileira Maria Luiza Viotti. A Casa Branca atribuiu essa medida ao atraso do Brasil em conceder o agrément a Daniel Perez, o indicado dos EUA para embaixador em Brasília. Reportagens de centro observam que essa tensão segue um período de breve reaproximação em maio. Reportagens de centro-direita acrescentam que o protesto também coincide com tensões internacionais mais amplas envolvendo os EUA, Israel e Irã.

Como cada lado enquadrou

Centro
Enquadrou o evento como um sintoma de uma crise diplomática histórica e uma sequência de medidas agressivas do governo Trump.
Centro-direita
Focou na legalidade do ato, na investigação policial sobre o incêndio e nas justificativas específicas para as tarifas dos EUA.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.