Polícia de Mumbai nega permissão para greve de fome de Manoj Jarange Patil
3 fontes · Índia
Quem noticiou
- The Hindu
- The Indian Express
- Hindustan Times
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Todas as fontes desta história reportam de Índia.
Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
A Polícia de Mumbai negou, no domingo, a permissão para que o ativista pela reserva Maratha, Manoj Jarange Patil, realize uma greve de fome por tempo indeterminado em Azad Maidan a partir de 19 de setembro. Em uma carta de recusa de seis páginas, a polícia citou preocupações de segurança relacionadas ao festival Ganeshotsav e o potencial de interrupções no tráfego e na ordem pública. As autoridades também mencionaram protestos anteriores liderados por Jarange Patil, nos quais as multidões excederam os limites permitidos e afetaram a movimentação ao redor da área do Terminal Chhatrapati Shivaji Maharaj.
Jarange Patil, cuja greve de fome em Antarwali Sarati entrou em seu 16º dia no domingo, respondeu intensificando seu protesto e anunciando que pararia de ingerir água, soro e de receber tratamento médico. Ele acusou o governo de Maharashtra de autoritarismo e ditadura, questionando por que as autoridades presumem que as regras serão violadas antes que a agitação comece. Ele também alegou que há uma conspiração para que ele seja baleado durante sua marcha planejada para Mumbai, afirmando que indivíduos ligados aos partidos governistas podem ser enviados para provocar violência. Essas alegações de um complô não foram verificadas independentemente.
A decisão da polícia segue uma decisão de sexta-feira do Tribunal Superior de Bombaim, que se recusou a emitir diretrizes preventivas para interromper a marcha. O tribunal afirmou que a máquina estatal é capaz de lidar com tais situações e observou que o direito ao protesto é protegido em uma democracia. Jarange Patil afirmou que sua equipe jurídica contestará a ordem policial.
Como cada lado enquadrou
- Centro-esquerda
- O enquadramento enfatizou as alegações de conspiração do ativista e o apoio do Tribunal Superior ao direito de protesto.
- Centro
- A reportagem focou principalmente na ação administrativa da polícia ao negar a permissão.
- Centro-direita
- O enquadramento destacou as justificativas de segurança específicas fornecidas pela polícia e o histórico de descumprimento do ativista.
Fontes
- Centro-direita Hindustan Times: Mumbai Police deny nod for activist Manoj Jarange's September 19 hunger strike at Azad Maidan
- Centro-esquerda The Hindu: Maratha quota protest: Jarange alleges conspiracy to kill him during Mumbai march even as Azad Maidan permission denied
- Centro The Indian Express: Mumbai Police deny permission for Manoj Jarange Patil’s hunger strike
100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.