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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Tribunal do Novo México Ordena que Meta Pague 567 Milhões de Dólares para Fundo de Saúde Mental Juvenil

4 fontes em 4 países · Bangladesh · Brasil · Filipinas · Estados Unidos

Quem noticiou

  • The Daily Star Bangladesh · Centro · Mediaworld Ltd
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Rappler Filipinas · Centro-esquerda · Rappler Inc, staff-held
  • Ars Technica Estados Unidos · Centro · Conde Nast (Advance Publications)

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Um tribunal estadual do Novo México ordenou que a Meta pague 567 milhões de dólares para um fundo de prevenção e tratamento de saúde mental para adolescentes. O juiz Bryan Biedscheid decidiu que a empresa criou um incômodo público ao projetar plataformas que viciaram usuários jovens e falhou em proteger crianças da exploração sexual. Esta decisão segue uma fase anterior do caso, na qual um júri ordenou que a Meta pagasse 375 milhões de dólares por violar leis de proteção ao consumidor e enganar pais sobre a segurança do aplicativo. Combinadas, as penalidades totalizam 942 milhões de dólares.

Além das penalidades financeiras, o juiz ordenou que a Meta implementasse mudanças específicas para usuários no Novo México. Estas incluem verificação de idade mais rigorosa, restrição de usuários menores de 18 anos a 90 horas de uso por mês, e a desativação de notificações push durante o horário escolar e durante a noite. O tribunal também determinou que a Meta proíba interações sexualizadas de chatbots com menores, borre imagens suspeitas de conter nudez, e exclua contas e informações pessoais de usuários menores de 13 anos. No entanto, o juiz rejeitou pedidos para modificar os algoritmos da Meta ou recursos como a rolagem infinita e a reprodução automática, citando potenciais preocupações com a Primeira Emenda e a Seção 230.

A Meta afirmou que as alegações deturpam os fatos e anunciou sua intenção de recorrer da decisão. A empresa argumentou que suas plataformas não são as únicas utilizadas por jovens e apontou seus investimentos existentes em ferramentas de segurança. O Procurador Geral do Novo México, Raúl Torrez, descreveu a decisão como um modelo para outros governos que buscam forçar mudanças em plataformas de redes sociais por meio dos tribunais. Este caso ocorre em meio a uma onda mais ampla de litígios envolvendo dezenas de estados e distritos escolares em relação à saúde mental e segurança dos jovens.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Este enquadramento enfatizou o potencial da decisão de servir como precedente para outros estados e detalhou as restrições específicas da plataforma.
Centro
Estes relatos focaram nos detalhes jurídicos da decisão e nos totais financeiros.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.