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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Crime Organizado Migra para a Falsificação de Cigarros Paraguaios Dentro do Brasil

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

O que as cores significam

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  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Grupos de crime organizado estão estabelecendo cada vez mais fábricas clandestinas de cigarros dentro do Brasil para falsificar marcas do Paraguai. De acordo com dados do Ipec e do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), 21 dessas fábricas foram fechadas nos últimos dois anos. Essa mudança visa reduzir custos de transporte, evitar impostos e minimizar o risco de perda de carga durante operações de contrabando rodoviário. O mercado ilegal representa atualmente 32 por cento do consumo de cigarros no Brasil.

Desde 2012, 81 indústrias ilegais foram fechadas em 13 estados. A maioria dessas operações está concentrada na região Sudeste, que teve 55 unidades, seguida pelo Sul com 13, o Nordeste com 10, o Centro Oeste com 2 e o Norte com 1. Somente no estado de São Paulo, 28 fábricas foram identificadas em cidades incluindo Ribeirão Preto e Ourinhos.

As autoridades vincularam essas operações à exploração laboral. Em julho do ano passado, uma operação do Ministério Público do Trabalho em Ourinhos resgatou 14 trabalhadores paraguaios que eram submetidos a condições análogas à escravidão. Esses trabalhadores foram trazidos para o Brasil via Guaíra, Paraná, e eram mantidos em moradias insalubres com alimentação mínima. A fábrica envolvida nesse caso específico tinha uma capacidade de produção estimada em 60.000 maços por dia.

Especialistas observam que a alta disparidade tributária impulsiona esse comércio. Os cigarros no Paraguai enfrentam uma carga tributária de 18 por cento, em comparação com taxas entre 70 e 90 por cento nos estados brasileiros. Essa diferença de preço torna as marcas estrangeiras altamente atraentes para os consumidores. Edson Vismona, presidente do FNCP, afirmou que a presença de cigarros paraguaios resulta em evasão fiscal anual superior a 7 bilhões de reais. Ele acrescentou que o fenômeno se estende por toda a América Latina, afetando países como Argentina, Uruguai, Bolívia e Chile.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
O relatório enfatizou as violações de direitos humanos e a exploração de mão de obra estrangeira associadas aos empreendimentos criminosos.
Centro
O relatório focou nos impulsionadores logísticos e econômicos do comércio ilegal e nos dados específicos sobre o fechamento de fábricas.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.