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PGR e Ministros do STF entram em conflito sobre investigação do Banco Master e documentos sigilosos

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que verifique se o ministro André Mendonça forneceu acesso a todos os documentos do inquérito relativos ao caso do Banco Master. A PGR alega que um pedido de março da Polícia Federal por relatórios suplementares de inteligência financeira do Coaf sobre o banqueiro Daniel Vorcaro permanece sem explicação nos registros disponíveis do processo. A PGR observa que o Ministério Público não foi consultado sobre a representação policial e busca confirmação sobre se foram tomadas quaisquer decisões judiciais a respeito do material.

Em resposta aos questionamentos do ministro Fachin, o ministro Mendonça justificou sua conduta afirmando que ordenou que a Polícia Federal identificasse uma suspeita rede de influência e monitoramento liderada por Vorcaro. Mendonça alegou que dados do telefone de Vorcaro sugeriam que o banqueiro teve acesso antecipado a detalhes confidenciais da investigação e buscou intervir junto às autoridades. Ele explicou, ainda, que convocou pessoalmente delegados de polícia ao seu gabinete como precaução, pois documentos mencionavam o Diretor-Geral da Polícia Federal e o Procurador-Geral da República.

A situação escalou para um conflito dentro do Supremo Tribunal Federal. O ministro Fachin ordenou a divulgação desses documentos após pedido do ministro Alexandre Moraes, que considera os relatórios fundamentais para uma sessão do plenário agendada para terça-feira. Esta sessão analisará um relatório da Polícia Federal envolvendo mensagens entre Vorcaro e o ministro Moraes. Além disso, Benjamin Botelho, descrito como o arquiteto do Banco Master, solicitou que o tribunal adie os procedimentos até que seja resolvida uma arguição de suspeição contra o ministro Mendonça.

Como cada lado enquadrou

Centro
Esta fonte enquadra o evento como uma justificativa de diligência judicial do ministro Mendonça para descobrir uma rede de influência criminosa envolvendo autoridades de alto escalão.
Centro-direita
Essas fontes enquadram o evento como uma falta de transparência e uma falha de procedimento do ministro Mendonça em relação ao manuseio de pedidos policiais e documentos sigilosos.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.