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Polícia visa rede ligada ao PCC em operação de lavagem de dinheiro de R$ 1 bilhão

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

O que as cores significam

  • Esquerda
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  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A Polícia Civil de São Paulo lançou a Operação Helmintos na quinta-feira para desmantelar uma rede criminosa ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC), suspeita de lavar aproximadamente R$ 1 bilhão. A investigação foca em um esquema envolvendo a compra de imóveis de luxo, empresas e o controle de quiosques em Praia Grande, localizada na região da Baixada Santista. As autoridades expediram mandados de prisão temporária para quatro principais suspeitos: Anderson Roberto Braghine, conhecido como Fio; Alexander Miguel da Silva, conhecido como Gordão; Leonildo Marinho de Andrade, conhecido como Nenê; e Ronaldo Yuzo Sekiya, conhecido como Japonês. Relatórios policiais indicam que Fio e Nenê foram detidos durante a operação.

De acordo com os investigadores, o grupo buscava expandir a influência do PCC sobre os poderes Executivo e Legislativo municipais por meio do financiamento de agentes eleitos e da manipulação de processos de licitação pública. A operação também identificou outras seis pessoas, incluindo cinco mulheres, que teriam auxiliado a organização. Uma suspeita, esposa de um líder do grupo, teria movimentado R$ 51,2 milhões, apesar de declarar uma renda mensal de R$ 3.300. O judiciário autorizou a apreensão de 29 imóveis e o bloqueio de contas e investimentos.

Mandados de busca e prisão foram executados em Praia Grande, Guarujá, Santo André e Santana de Parnaíba. A Prefeitura de Praia Grande afirmou que está disponível para fornecer informações às autoridades, mas esclareceu que nenhum mandado foi cumprido dentro de prédios da administração pública. A polícia nomeou a operação como Helmintos para fazer referência à natureza parasitária do impacto do grupo na economia local e na livre concorrência.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
A reportagem enfatizou as identidades e funções específicas dos suspeitos, fornecendo um detalhamento da hierarquia criminosa.
Centro
A reportagem focou nos aspectos institucionais da operação policial e no impacto sistêmico na governança municipal.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.