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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Rise Against se apresenta no Rock in Rio sem instrumentos próprios

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

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A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A banda americana de punk hardcore Rise Against se apresentou no Palco Mundo do Rock in Rio na sexta-feira, 4 de outubro. Durante o show, o vocalista Tim McIlrath revelou que a banda não tinha seu próprio equipamento. Ele afirmou que seus instrumentos haviam sido deixados em algum lugar, o que significou que o grupo teve que usar guitarras, baixos e baterias fornecidos pelo festival. McIlrath observou que tocar no megafestival era um sonho para a banda, lembrando como ouviam o álbum ao vivo do Iron Maiden no Rock in Rio enquanto viajavam em vans há 25 anos.

O grupo sediado em Chicago fez um show de alta energia com sucessos como Ready to Fall, Satellite, Prayer of the Refugee e Savior. Embora parte do público parecesse estar esperando pela atração principal, Foo Fighters, a multidão acabou se engajando com a performance através de cantos e mosh pits. A banda é conhecida por seu ativismo político e filosofia straight edge, com três dos quatro membros abstendo-se de álcool e drogas.

A reportagem sobre o evento diferiu ligeiramente com base no enquadramento político. Uma fonte de tendência central focou na narrativa emocional da banda superando a perda de seu equipamento para realizar um sonho de vida. Enquanto isso, uma fonte de tendência centro-esquerda enquadrou a performance como uma execução profissional e sólida de punk rock, destacando os temas políticos das letras e o histórico de ativismo da banda em relação aos refugiados e à crise climática.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Enfatizou o ativismo político da banda, o estilo de vida straight edge e a qualidade técnica da performance.
Centro
Focou na história de interesse humano sobre os instrumentos desaparecidos e a conexão emocional da banda com o festival.

Fontes

90% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.