1 de agosto de 2026
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Desdobramento de uma história em curso · cobertura anterior

Rússia Adiciona Fundador do Telegram Pavel Durov à Lista Negra de Terroristas

5 fontes em 5 países · 1 ligadas ao Estado

Quem noticiou

  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • Der Spiegel Alemanha · Centro-esquerda · ~50% staff-owned
  • The Times of Israel Israel · Centro · Seth Klarman (majority backer)
  • Novaya Gazeta Europe Letônia · Centro-esquerda · Crowdfunded; exiled Russian newsroom
  • The Straits Times Singapura · Centro-direita · Ligada ao Estado · SPH Media Trust; management shares under the NPPA

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A propriedade é divulgada, nunca avaliada.

Traduzido automaticamente. O original foi escrito em inglês a partir das fontes listadas abaixo.

A Rússia adicionou o fundador do Telegram, Pavel Durov, à sua lista oficial de terroristas e extremistas. A lista negra é mantida pelo órgão de fiscalização financeira Rosfinmonitoring, e relatos indicam que seu irmão e co-desenvolvedor Nikolai Durov também foi incluído na lista. Esta ação segue uma busca internacional lançada pelo Serviço Federal de Segurança (FSB) sob acusações de que Durov facilitou atividades terroristas.

O FSB alega que os serviços de inteligência ucranianos usaram um chatbot de namoro popular no Telegram, conhecido como Daivinchik ou Leo, para recrutar jovens russos entre 12 e 22 anos para sabotagens e ataques terroristas. De acordo com autoridades russas, esses recrutas visavam policiais e infraestruturas relacionadas a energia, comunicações e finanças. O FSB afirma que pelo menos 46 pessoas foram recrutadas através deste método.

Em resposta às acusações, o Telegram postou uma imagem no X mostrando Durov fazendo um gesto obsceno com o dedo médio. Nascido em São Petersburgo, o bilionário de 41 anos possui passaportes francês e dos Emirados Árabes Unidos e reside em Dubai, embora tenha declarado recentemente que viajou para a Geórgia. Ele fundou anteriormente o VKontakte antes de criar o Telegram após confrontos com as autoridades russas sobre o controle da internet.

Veículos de diferentes inclinações políticas enquadram esses eventos de formas distintas. Fontes de centro-esquerda enfatizam o desejo do governo russo de forçar os usuários a migrarem para um mensageiro controlado pelo estado chamado Max, que descrevem como sendo projetado para censura. Veículos de centro e centro-direita focam mais na tensão geopolítica entre Rússia e Ucrânia, observando que o Telegram se tornou um campo de batalha virtual onde ambos os lados se comunicam.

Apesar dos esforços de Moscou para bloquear o serviço ou empurrar os usuários para alternativas estatais, o Telegram continua sendo amplamente utilizado na Rússia, inclusive pelo Kremlin e pelo ministério da defesa. Além disso, Durov enfrentou desafios legais na França, onde foi preso em 2024 sob alegações de que a plataforma falhou em combater adequadamente atividades criminosas.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Enquadrou o evento como uma medida do governo russo para suprimir a dissidência e forçar os usuários a migrarem para um mensageiro estatal pronto para censura.
Centro
Enquadrou o evento no contexto da guerra entre Rússia e Ucrânia, descrevendo o Telegram como um campo de batalha virtual para ambos os lados.
Centro-direita
Enquadrou o evento como parte de uma campanha mais ampla de Moscou para apertar o controle sobre plataformas tecnológicas estrangeiras e o acesso à internet.

Fontes

Índice de fidelidade: 0.82 (fração das afirmações sustentadas pelas fontes, autoavaliada).