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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Ministro do STF Alexandre de Moraes Alvo de Fonte de Jornalista em Investigação Envolvendo Ministro Flávio Dino

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes autorizou uma operação de busca e apreensão na terça-feira contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de governo do Maranhão, após a Polícia Federal identificá-lo como fonte do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida. A investigação decorre de reportagens publicadas por Pablo sobre o suposto uso irregular de veículos oficiais do Tribunal de Justiça do Maranhão pelo Ministro Flávio Dino e sua família. A Polícia Federal alega que Pablo cometeu o crime de stalking contra o Ministro Dino, afirmando que as ações do jornalista causaram sofrimento psicológico e uma sensação de vigilância permanente. Em resposta, o Ministro Dino negou qualquer uso irregular de veículos oficiais, afirmando que um carro blindado foi fornecido por meio de um acordo de cooperação entre o STF e o tribunal estadual por razões de segurança.

Luís Pablo nega qualquer irregularidade, afirmando que não monitorou o Ministro Dino e que buscou informações por meio de canais institucionais. Ele afirma que a operação é uma tentativa de destruí-lo profissionalmente e um precedente grave para a imprensa. A Polícia Federal identificou Cutrim como a fonte ao analisar dispositivos eletrônicos apreendidos de Pablo durante uma operação anterior em março. Esta ação gerou forte reação de entidades jornalísticas e jurídicas. A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) e organizações brasileiras, incluindo Abert, ANJ e Aner, expressaram alarme, afirmando que a violação do sigilo da fonte é uma grave ameaça à liberdade de imprensa e ao jornalismo investigativo.

Especialistas jurídicos estão divididos sobre a questão. Alguns argumentam que a proteção de fontes é uma garantia constitucional que deve ser inviolável, enquanto outros sugerem que tais proteções não blindam um jornalista se ele estiver cometendo um crime. O caso está atualmente sob sigilo e está sendo conduzido pelo Ministro Moraes como parte de um inquérito mais amplo sobre fake news. Críticos do processo questionam a jurisdição do Supremo Tribunal Federal nesta questão, observando que o jornalista investigado não possui foro privilegiado.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Este veículo enfatizou a perspectiva do jornalista e o potencial de intimidação profissional resultante das decisões do tribunal.
Centro
Estes veículos focaram na tensão entre as exigências legais e a liberdade de imprensa, destacando as preocupações de especialistas jurídicos e entidades profissionais.
Centro-direita
Estes veículos enquadraram o evento como um ataque direcionado a adversários políticos e uma ameaça sistêmica ao direito constitucional do sigilo da fonte.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.