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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Ministro do STF Flávio Dino assume investigação sobre financiamento do filme 'Dark Horse'

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino assumiu a supervisão de uma investigação da Polícia Civil de São Paulo para apurar se fundos públicos foram desviados para financiar 'Dark Horse', um filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A investigação centra-se em Karina Ferreira da Gama, que lidera tanto a produtora do filme, Go Up Entertainment, quanto o Instituto Conhecer Brasil (ICB).

O ICB recebeu milhões de reais da prefeitura de São Paulo, sob a administração do prefeito Ricardo Nunes, para instalar pontos de Wi-Fi gratuitos em comunidades de baixa renda. A polícia suspeita que recursos deste contrato municipal possam ter sido utilizados para financiar a produção do filme. O ministro Dino também autorizou a emissão de relatórios financeiros do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) relativos à produtora, ao ICB e a Karina da Gama, após um juiz de São Paulo ter anteriormente negado ou atrasado tais pedidos.

A investigação revela uma discrepância no projeto de Wi-Fi, com a polícia estimando que 69 milhões de reais foram transferidos para o ICB, enquanto apenas 43 milhões de reais em serviços foram efetivamente realizados. O prefeito Ricardo Nunes negou quaisquer irregularidades, afirmando que o contrato seguiu os princípios legais de transparência e economicidade. Além disso, relatórios forenses indicam que 27 dispositivos eletrônicos apreendidos durante uma operação em junho não foram lacrados corretamente, comprometendo potencialmente a cadeia de custódia. A defesa de Karina da Gama sustenta que nenhum ato ilegal foi cometido e celebra a transparência dos processos.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Destacou as falhas forenses em relação ao lacre das evidências apreendidas e a deficiência no número de pontos de Wi-Fi instalados.
Centro
Focado nos atrasos processuais e na falha específica da Polícia Civil em incluir a produtora nos pedidos iniciais ao Coaf.
Centro-direita
Enfatizou a falta de cooperação da prefeitura no fornecimento de documentos e incluiu a defesa do prefeito sobre a legalidade do contrato.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.