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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Ministro do STF Flávio Dino levanta sigilo de investigação sobre financiamento de cinebiografia de Bolsonaro

6 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

O que as cores significam

  • Esquerda
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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino levantou o sigilo de uma investigação sobre o financiamento de Dark Horse, uma cinebiografia do ex presidente Jair Bolsonaro. A decisão, tomada no domingo, torna públicos documentos e dados produzidos pela Polícia Civil de São Paulo referentes à produtora Go Up. Dino também determinou que a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo transfira todos os dados brutos de celulares, computadores e documentos apreendidos para a Polícia Federal.

A investigação foca no possível desvio de recursos públicos, especificamente emendas parlamentares federais e verbas da cidade de São Paulo, para financiar o filme. O deputado federal Mario Frias, produtor do filme, e Karina Gama, proprietária da Go Up, são figuras centrais na apuração. A Polícia Federal suspeita de um esquema sofisticado envolvendo uma organização criminosa que utilizava um circuito financeiro fechado para circular e ocultar fundos públicos. Alguns relatórios mencionam uma linha de investigação que explora possíveis ligações entre o grupo e a facção criminosa PCC.

Mario Frias negou qualquer irregularidade, descrevendo a operação da Polícia Federal como uma cortina de fumaça e argumentando que o patrocínio privado não é crime. Ele defendeu especificamente o financiamento do filme pelo Banco Master, comparando o caso a outros grandes investimentos privados. Dino justificou a retirada do sigilo citando uma mudança jurisprudencial no STF em direção a maior publicidade nas investigações para evitar vazamentos seletivos. O caso está dividido entre dois ministros do STF: Dino cuida da investigação sobre as emendas parlamentares, enquanto o ministro André Mendonça supervisiona um inquérito separado relacionado ao financiamento do filme.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Enfatizou as evidências de um circuito financeiro fechado e as possíveis ligações com a organização criminosa PCC.
Centro
Focado nos procedimentos legais e nas ordens específicas emitidas pelo ministro Dino em relação à transferência de provas.
Centro-direita
Destacou os argumentos da defesa sobre patrocínio privado e questionou as motivações políticas por trás da investigação.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.