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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Ministro do STF afasta Diretor da Polícia Federal em meio a crise institucional

6 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça determinou o afastamento preventivo do Diretor Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do Diretor de Inteligência, Leandro Almada. A decisão ocorre após um conflito envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e alegações de monitoramento ilegal de altas autoridades. Embora a Segunda Turma do STF tenha formado maioria para manter o afastamento, o ministro Gilmar Mendes solicitou a revisão, o que suspende a votação final por até 90 dias, mas mantém o afastamento em vigor. Mendonça também determinou que a Corregedoria da PF abra investigações criminais e administrativas contra os dois diretores.

O conflito centra-se em relatórios de inteligência produzidos pela Polícia Federal. O ministro Moraes utilizou esses relatórios para solicitar uma investigação contra o ministro Mendonça por abuso de autoridade e improbidade na condução de casos envolvendo o Banco Master e o INSS. Em resposta, o ministro Mendonça descreveu os relatórios como apócrifos e desprovidos de legitimidade. Ele alegou que a PF realizou monitoramento sistemático e ilegal dele e do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, por pelo menos 30 dias. A crise foi agravada por mensagens vazadas entre o proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o ministro Moraes.

As reações ao afastamento foram fortemente divididas. O diretor executivo da Polícia Federal, William Marcel Murad, defendeu Rodrigues e afirmou que a instituição resistiria a ataques. A Associação Nacional de Peritos Criminais Federais classificou o afastamento como uma medida de gravidade excepcional e instou o plenário do STF a decidir a questão. Do ponto de vista político, o candidato Ronaldo Caiado chamou a decisão de corajosa, enquanto o deputado José Guimarães a descreveu como uma intrusão imprópria. A Advocacia-Geral da União indicou que contestaria a decisão, argumentando que Mendonça violou a prerrogativa exclusiva do Presidente da República de nomear e exonerar o diretor da PF.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Estes relatórios enfatizaram as reações de funcionários da PF e autoridades governamentais que viram o afastamento como uma intrusão política imprópria.
Centro
Estes relatórios focaram nos detalhes processuais da votação do STF e nos argumentos jurídicos específicos sobre a legitimidade dos relatórios de inteligência.
Centro-direita
Estes relatórios destacaram o alegado monitoramento ilegal do ministro Mendonça e enquadraram o afastamento como um passo necessário para proteger as prerrogativas judiciais.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.