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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Ministros do STF Propõem Reavaliar Diplomas Obrigatórios de Jornalismo

3 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino e Alexandre de Moraes, sugeriram que a corte reconsidere a exigência de diploma de jornalismo para o exercício da profissão. Esta proposta segue uma decisão do STF de 2009 que declarou a exigência inconstitucional, afirmando que ela violava a liberdade de expressão e de informação. O debate atual surgiu após o Ministro Moraes autorizar mandados de busca e apreensão contra fontes de um jornalista, Luís Pablo, que publicou reportagens sobre o suposto uso irregular de veículos oficiais pelo Ministro Dino no Maranhão.

O Ministro Dino argumentou que a ausência de exigência de diploma é um fator complicador, pois estende garantias profissionais, como o sigilo da fonte, a blogueiros que podem ter ligações com o crime organizado. O Ministro Moraes concordou, afirmando que as redes sociais permitem que indivíduos aleguem ser jornalistas para ofender outros enquanto se protegem com a liberdade de imprensa. Ele sugeriu uma regra de transição para aqueles que já exercem a profissão e uma nova regulamentação para evitar a infiltração criminosa em redes de desinformação.

Outros membros da corte expressaram cautela ou oposição. O Ministro Gilmar Mendes, que foi o relator da decisão de 2009, afirmou que o tema poderia ser rediscutido se for constatado que a qualidade da informação está comprometida, mas observou explicitamente que o debate não deve ser impulsionado pelos episódios específicos envolvendo o Ministro Dino. Relatos indicam que Dino e Moraes permanecem isolados nesta questão, pois vários colegas acreditam que revisitar uma tese de 17 anos durante um período de crise seria precipitado.

Figuras políticas também se manifestaram. O candidato presidencial Renan Santos afirmou ser contra o diploma obrigatório, argumentando que muitos grandes jornalistas não possuem um e que o sistema atual está funcionando. O debate gerou críticas significativas quanto ao momento e à intenção da proposta, particularmente sua relação com investigações em curso e a proteção de fontes jornalísticas.

Como cada lado enquadrou

Centro
Veículos de centro focaram na divisão interna do STF e na tensão jurídica entre a regulamentação profissional e as liberdades constitucionais.
Centro-direita
O enquadramento de centro-direita enfatizou o potencial de a proposta ser usada por conveniência e destacou erros factuais específicos nas reportagens que desencadearam o conflito.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.