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Presidente do STF Edson Fachin ordena fim do sigilo no caso Banco Master

4 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça revogou o sigilo da investigação sobre fraudes cometidas por Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, e 14 processos relacionados. Esta ação segue um pedido do presidente do Tribunal, ministro Edson Fachin, que ordenou que cópias digitais completas dos autos sejam enviadas via disco rígido aos gabinetes de todos os ministros. A decisão inclui a investigação sobre mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e Vorcaro, que serão julgadas durante sessão plenária na terça-feira, 15 de outubro. Fachin observou que apenas diligências específicas essenciais para a investigação podem permanecer em sigilo.

A medida faz parte de um esforço de Fachin para resolver uma crise no Tribunal envolvendo decisões monocráticas conflitantes. Este conflito começou quando Mendonça liberou relatórios que sugeriam proximidade entre o ministro Moraes, o Procurador-Geral da República Paulo Gonet e Vorcaro. Em resposta, Moraes incluiu Mendonça no inquérito das Fake News, alegando parcialidade. Fachin posteriormente removeu Moraes da relatoria desse inquérito e reverteu ordens conflitantes tanto de Mendonça quanto do ministro Flávio Dino em relação ao status do diretor-geral da Polícia Federal. O presidente Lula elogiou as ações de Fachin, ao mesmo tempo em que afirmou que mais deve ser feito para trazer ordem ao Tribunal e defendeu que tanto Mendonça quanto Moraes sejam investigados.

Relatórios adicionais indicam que um servidor do Ministério Público Federal, identificado como Daniel Iost, teria tentado esconder sua identidade ao consultar procedimentos sigilosos para vazar informações para Vorcaro. Os dados vazados teriam ajudado Vorcaro a mapear investigações envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB).

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Este veículo enquadrou a remoção do sigilo como uma medida parcial que ainda deixa o controle sensível nas mãos do ministro Mendonça.
Centro
Estes veículos enfatizaram o princípio jurídico da transparência e as etapas processuais oficiais tomadas pelo presidente do Tribunal.
Centro-direita
Estes veículos focaram no conflito interno entre ministros e nos detalhes específicos do suposto vazamento por um servidor público.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.