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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Presidente do STF Fachin Organiza Sessão Sem Precedentes para Decidir sobre Investigação do Ministro Alexandre de Moraes

4 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

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A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, agendou uma sessão plenária extraordinária para terça-feira, 15 de outubro, para determinar se deve abrir uma investigação criminal contra o Ministro Alexandre de Moraes. A sessão ocorre após um relatório da Polícia Federal, solicitado pelo Ministro André Mendonça, que sugere um relacionamento entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Como o tribunal carece de regulamentos internos específicos para investigar um de seus próprios membros, Fachin está definindo atualmente as regras processuais para a sessão. Ele realizou reuniões com o Ministro Mendonça, o Procurador-Geral da República Paulo Gonet e outros ministros para alinhar a resposta institucional.

Vários pontos processuais fundamentais permanecem indecisos. Estes incluem se a sessão será aberta ao público ou realizada a portas fechadas, se Moraes terá permissão para apresentar defesa pessoalmente e se poderá ser acompanhado por um advogado. Está estabelecido que Moraes não votará na questão, pois é o objeto da potencial investigação. Há também incerteza quanto à participação do Ministro Dias Toffoli, que anteriormente se declarou suspeito em casos relacionados.

O Procurador-Geral, Paulo Gonet, argumentou pela nulidade do relatório policial. Gonet afirma que o Ministro Mendonça agiu irregularmente ao usar a polícia para investigar um colega sem autorização prévia do plenário ou solicitação do Ministério Público. Consequentemente, os ministros podem primeiro votar sobre a validade das provas antes de decidir sobre o mérito da investigação. Os resultados potenciais incluem o arquivamento imediato do caso, a anulação das provas atuais seguida de uma nova investigação com um relator diferente, ou a abertura imediata de um inquérito criminal.

Veículos com inclinação de centro-direita enfatizam a possibilidade de consequências graves para Moraes, tais como suspensão temporária de suas funções ou o uso de tornozeleira eletrônica. Em contraste, fontes de centro e centro-esquerda focam mais na crise institucional e na oportunidade de o tribunal recuperar sua credibilidade por meio de uma resposta legal e transparente.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Essas fontes enfatizam a crise institucional e a necessidade de uma resposta legalista e transparente para restaurar a confiança pública no judiciário.
Centro
Essas fontes enquadram o evento como um desafio processual histórico e sem precedentes para a governança interna do tribunal.
Centro-direita
Essas fontes destacam a possibilidade de medidas punitivas severas contra Moraes e enquadram o evento como um passo necessário para abordar um vínculo criminal.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.