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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Títulos Isentos de Impostos Geram Debate Sobre Aumento dos Custos da Dívida do Governo Brasileiro

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • UOL Brasil · Centro-esquerda · Grupo Folha
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A crescente oferta de títulos isentos de impostos no Brasil reacendeu um debate entre participantes do mercado financeiro sobre suas isenções fiscais e a concorrência que criam para as emissões do Tesouro Nacional. Agentes do mercado argumentam que parte das altas taxas pagas pelo governo na emissão de dívida decorre da concorrência com títulos isentos de Imposto de Renda, que ocupam uma parcela significativa das carteiras de investimento e comprometem a arrecadação tributária.

Entre 2020 e 2025, a emissão de títulos isentos e incentivados, incluindo CRIs, CRAs, LCIs, LCAs e debêntures incentivadas, mais que triplicou, chegando a 896,5 bilhões de reais. Em contraste, as ofertas do Tesouro Nacional aumentaram 37 por cento, para 1,7 trilhão de reais, no mesmo período. A isenção fiscal, concedida pela primeira vez em 2004, aumenta a rentabilidade líquida desses títulos e força os produtos tributados a oferecerem taxas de juros brutas mais altas.

De acordo com um estudo da corretora Warren, aproximadamente 0,78 ponto percentual dessas taxas de juros pode ser atribuído à concorrência de instrumentos isentos. Essa distorção teria custado ao Tesouro Nacional 5,1 bilhões de reais em 2024, 13,5 bilhões de reais em 2025 e 5,3 bilhões de reais no primeiro semestre deste ano, totalizando 23,9 bilhões de reais. Além disso, a Receita Federal estima que as isenções custem 31,7 bilhões de reais anualmente para LCI, LCA, CRI e CRA, e outros 1,3 bilhão de reais para debêntures.

Este ano, o Tesouro cancelou três leilões de venda de títulos, com as vendas de junho fracassando devido a dificuldades na formação de preços, pois os compradores exigiram maior remuneração. O Tesouro Nacional e o Ministério da Fazenda não comentaram quando contatados.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
O veículo de inclinação centro-esquerda espelhou a reportagem técnica da outra fonte, focando no impacto fiscal e na desvantagem competitiva da dívida pública.
Centro
O veículo de inclinação central apresentou a questão como um debate técnico de mercado focado no risco fiscal e nas distorções das taxas de juros.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.