1 de agosto de 2026
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UEFA Declara Falta de Confiança em Gianni Infantino Após FIFA Descartar Plano de Privatização da Copa do Mundo

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Traduzido automaticamente. O original foi escrito em inglês a partir das fontes listadas abaixo.

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, retirou uma proposta controversa de vender participações na Copa do Mundo e em outros torneios para investidores privados, após uma reação global negativa e a ameaça de boicote da UEFA. O plano envolvia a criação de uma subsidiária comercial chamada FIFA Forward Enterprise, avaliada em 20 bilhões de dólares, com 20 por cento do capital disponível para investidores privados. Relatórios indicam que o investidor âncora teria sido uma empresa liderada por Joshua Kushner, irmão de Jared Kushner, que é genro de Donald Trump. Infantino afirmou que o projeto não prosseguiria porque havia criado divisões que não eram mais do interesse do objetivo original.

A UEFA, o órgão governante do futebol europeu, respondeu à retirada declarando que perdeu a confiança na liderança de Infantino. A organização acusou o presidente de não cumprir as promessas de campanha de 2016 relativas à transparência e ao uso de fundos da FIFA para o desenvolvimento do jogo. A UEFA descreveu a proposta como um acordo medíocre e opaco arquitetado em segredo e pediu que os responsáveis sejam responsabilizados. A organização também sugeriu que a FIFA deveria usar suas reservas, estimadas em mais de 5 bilhões de dólares, para apoiar o futebol de base em vez de vender ativos.

A oposição ao plano estendeu-se para além da Europa. A Confederação Asiática de Futebol e a CONCACAF também condenaram a medida, com o órgão asiático enfatizando que as iniciativas globais de futebol devem ser discutidas transparentemente com todas as partes interessadas. A pressão interna também aumentou dentro da FIFA. O conselheiro sênior Carlos Cordeiro renunciou em protesto, chamando o plano de um mau negócio para o esporte. O diretor de operações da FIFA, Kevin Lamour, afirmou que a equipe foi enganada pela falta de abertura de Infantino em relação ao projeto.

Esta crise ocorre enquanto Infantino busca a reeleição para um quarto mandato em março. Embora anteriormente tenha enfrentado pouca oposição, alguns analistas e relatórios sugerem agora que ele poderá enfrentar desafiantes como Nasser al-Khelaifi, Victor Montagliani ou Sheikh Salman bin Ebrahim Al Khalifa. As consequências deixaram Infantino isolado, com vários órgãos governantes e autoridades pedindo uma mudança fundamental na cultura organizacional da FIFA.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Esses veículos enfatizaram a falta de transparência e a percepção de traição da integridade do futebol em prol de ganho privado.
Centro
Esses veículos focaram na crise institucional e no impacto potencial na tentativa de reeleição de Infantino.
Centro-direita
Esses veículos destacaram a perda de confiança dos órgãos governantes e a demanda por responsabilidade e melhor distribuição de recursos.

Fontes

Índice de fidelidade: 1.00 (fração das afirmações sustentadas pelas fontes, autoavaliada).