Secretário de Defesa dos EUA Anuncia Planos para Operações Terrestres Contra Cartéis de Drogas Latino Americanos
6 fontes em 5 países
Quem noticiou
- CNN Brasil
- Folha de S.Paulo
- La Tercera
- Le Monde
- Aftenposten
- El Pais
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- Esquerda
- Centro-esquerda
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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
O Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, anunciou na quinta-feira que os Estados Unidos estão se preparando para realizar operações terrestres nos territórios de países aliados da América Latina para combater organizações de tráfico de drogas. Falando durante uma visita ao Panamá, Hegseth afirmou que Washington pretende aplicar capacidades militares desenvolvidas durante a Guerra ao Terror, especificamente o processo de cadeia de abate de identificação e ataque a alvos, para desmantelar redes de narcóticos. Ele afirmou que organizações designadas como terroristas são alvos legítimos, comparando as ao ISIS ou à Al Qaeda.
A Colômbia juntou-se oficialmente ao Escudo das Américas, uma coalizão de aproximadamente 19 a 20 países liderada pelos EUA. Hegseth confirmou que o novo presidente de direita da Colômbia, Abelardo de la Espriella, autorizou operações militares conjuntas para destruir redes terroristas. Os EUA também coordenaram ações com o Equador. Enquanto isso, os EUA e o México realizaram recentemente exercícios de segurança conjuntos em sua fronteira comum na região de El Paso e Ciudad Juarez, embora o México não seja membro da coalizão Escudo das Américas.
Relatos sobre a estratégia variam conforme a perspectiva política. Fontes de centro e centro esquerda destacam o potencial de baixas civis e ações ilegais, observando que uma operação anterior dos EUA no Equador teria atingido uma fazenda de laticínios em vez de um complexo de drogas. Fontes de centro direita enfatizam o fortalecimento de alianças tradicionais e a eficácia da coalizão na proteção da soberania regional. Alguns analistas sugerem que o principal objetivo político do Pentágono é, eventualmente, convencer o México a permitir ataques militares semelhantes em seu próprio solo.
Críticos e alguns relatos indicam que ataques marítimos dos EUA contra barcos de drogas suspeitos em águas internacionais já resultaram em aproximadamente 200 a 215 mortes, que alguns descrevem como execuções extrajudiciais. Enquanto o governo dos EUA enquadra esses atos como ataques necessários contra o narcoterrorismo, outros veem a expansão dessas táticas para a terra como uma escalada da intervenção militar no Hemisfério Ocidental.
Como cada lado enquadrou
- Centro-esquerda
- Enquadrou a medida como uma extensão dos tentáculos militares dos EUA e destacou a resistência de governos de esquerda, como o do México.
- Centro
- Focado na escalada da retórica e no risco de baixas civis com base em erros operacionais anteriores.
- Centro-direita
- Enfatizou a restauração de fortes laços bilaterais com a Colômbia e a necessidade de operações letais para destruir redes de terror.
Fontes
- Centro-direita Aftenposten: USA plans to attack drug cartels on land
- Centro CNN Brasil: Jana Nelson: USA focuses on convincing Mexico to allow attacks on territory
- Centro-esquerda El Pais: Trump extends his military tentacles in Latin America
- Centro Folha de S.Paulo: USA prepare ground offensive against traffickers in allied countries of Latin America
- Centro-direita La Tercera: Pentagon chief ensures that De la Espriella authorized "joint military operations" in Colombia
- Centro-esquerda Le Monde: The United States and Mexico conduct exercises at their common border, where the Juarez cartel operates
100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.