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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Xiaomi Revela Chip Xring O3 e Amplia Parceria com a TSMC

2 fontes em 2 países · África do Sul · Reino Unido

Quem noticiou

  • Business Day África do Sul · Centro-direita · Arena Holdings (Lebashe Investment Group)
  • Reuters Reino Unido · Centro · Thomson Reuters Corporation

O que as cores significam

  • Esquerda
  • Centro-esquerda
  • Centro
  • Centro-direita
  • Direita
  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A Xiaomi lançou o Xring O3, uma nova versão de seu processador de aparelhos celular desenvolvido internamente. De acordo com fontes, a TSMC fabricará o chip usando tecnologia de produção de 3 nanômetros. Espera-se que o processador alimente o próximo telefone dobrável topo de linha da Xiaomi, com metas de remessa estimadas entre 200.000 e 300.000 unidades. Esta medida segue o lançamento do Xring O1, que teve remessas cumulativas em smartphones, tablets e relógios ultrapassando 1 milhão de unidades.

A Xiaomi também contratou a TSMC para dois chips adicionais. Estes incluem o Xring O100, uma unidade de processamento neural de 6 nm projetada para suportar o modelo de linguagem grande MiMo, e o Xring D100, um chip de 3 nm destinado à condução autônoma. Enquanto o O3 entrou em produção em massa, o O100 e o D100 estão programados para implantação no próximo ano.

A empresa está buscando maior controle sobre componentes principais para fortalecer sua cadeia de suprimentos e reduzir a dependência de fornecedores externos como Qualcomm e MediaTek. Esta estratégia ocorre enquanto a Xiaomi visa o mercado premium de telefones dobráveis, atualmente liderado pela Huawei. O esforço acontece em meio a uma queda global nas vendas de smartphones e ao aumento dos custos de componentes.

Como cada lado enquadrou

Centro
A reportagem focou no anúncio factual do lançamento do chip e na parceria de produção.
Centro-direita
A reportagem enquadrou a medida como uma aposta estratégica para desafiar concorrentes e reduzir a dependência de fornecedores externos durante uma retração do mercado.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.