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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Comissão do Senado Brasileiro Votará o Fim da Escala de Trabalho 6x1

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)

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A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Brasileiro deve votar nesta quarta-feira, 2 de janeiro, uma proposta de emenda para acabar com a escala de trabalho 6x1. A proposta, que já passou pela Câmara dos Deputados, busca reduzir a carga horária semanal máxima de 44 para 40 horas em um período de 14 meses, garantindo dois dias de descanso semanal sem redução salarial. O senador Omar Aziz, relator da proposta, afirmou que manterá o texto aprovado pela Câmara e acredita que há votos suficientes para a aprovação na comissão, apesar dos esperados esforços de obstrução da oposição.

De acordo com o cronograma proposto, a carga horária semanal cairia para 42 horas em dois meses e chegaria a 40 horas em um ano. O fim da escala 6x1, que garante pelo menos dois dias de folga por semana, preferencialmente incluindo o domingo, entraria em vigor 60 dias após a promulgação do texto. O senador Aziz argumentou que a redução é uma questão de justiça distributiva, observando que a escala 6x1 afeta desproporcionalmente os trabalhadores com menores rendas e menos escolaridade.

Membros da oposição, incluindo o senador Rogério Marinho, pretendem usar táticas processuais para atrasar a votação ou propor textos alternativos, como um sistema baseado no pagamento por hora trabalhada. Representantes empresariais e confederações industriais expressaram preocupações em relação à produtividade e competitividade, sugerindo que as mudanças deveriam ser negociadas coletivamente entre empregadores e empregados, em vez de serem impostas pela Constituição. Alguns críticos destacaram especificamente o potencial impacto negativo em microempresas e escolas.

Fontes de centro-esquerda enquadram a medida como uma reforma trabalhista necessária e resultado de um relacionamento renovado entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Em contraste, fontes de centro destacam os cálculos políticos envolvidos, observando que aliados do governo veem a proposta como uma ferramenta potencial para impulsionar a popularidade do presidente Lula antes da eleição presidencial. Fontes de centro também mencionam que o processo legislativo continua, apesar de uma crise separada envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Enquadrou o evento como uma questão de direitos trabalhistas e justiça distributiva, focando nos benefícios da redução da jornada de trabalho para a força de trabalho.
Centro
Enquadrou o evento como uma manobra política estratégica do governo para obter vantagem eleitoral, ao mesmo tempo em que observou os obstáculos legislativos.

Fontes

93% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.