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Flávio Bolsonaro Recusa Nova Prestação de Contas Pública sobre Financiamento do Filme Dark Horse

2 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O senador Flávio Bolsonaro afirmou na segunda-feira que não é responsável por fornecer contas públicas sobre o financiamento do filme Dark Horse, alegando que as informações necessárias já foram apresentadas no âmbito de uma investigação em curso em São Paulo. O senador, que anteriormente prometera apresentar contas pessoalmente após o vazamento de um áudio no qual solicitava 61 milhões de reais ao banqueiro Daniel Vorcaro, agora argumenta que a produção foi um assunto privado que não envolveu fundos públicos. Ele redirecionou as críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, exigindo explicações sobre os contatos do presidente com Vorcaro.

Detalhes da investigação indicam que o filme custou 75,1 milhões de reais, com 54 milhões gastos no exterior e 20,9 milhões gastos no Brasil. No entanto, relatos indicam que a documentação carecia de recibos ou notas fiscais para comprovar essas despesas ou detalhar a origem dos fundos. O caso está atualmente sob investigação da Polícia Civil e do Ministério Público para determinar se dinheiro público de um contrato separado de wi-fi de 108 milhões de reais, ligado à empresária Karina da Gama, foi utilizado para o filme.

A situação ganhou novo impulso após decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, de conceder à Polícia Federal acesso a informações sobre a produtora. Enquanto análises de centro enquadram a retórica atual do senador como uma tentativa estratégica de se distanciar de um escândalo que poderia impactar sua candidatura presidencial, reportagens de centro-direita enfatizam a insistência do senador de que a questão é uma transação privada e destacam suas contra-acusações contra a atual administração.

Como cada lado enquadrou

Centro
Enquadrou o evento como uma estratégia política calculada para distanciar o candidato de um escândalo que ressurgiu.
Centro-direita
Enquadrou o evento como o senador defendendo uma transação privada e deslocando o foco para a corrupção no governo Lula.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.