Análise do Governo Mostra que Proibir Contratos de Zero Horas Pode Custar às Empresas Até 3 Bilhões de Libras Anualmente
2 fontes · Reino Unido
Quem noticiou
- The Independent
- Sky News
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Todas as fontes desta história reportam de Reino Unido.
Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
Uma nova análise do governo indica que a proibição de contratos de zero horas poderia custar às empresas entre 350 milhões de libras e 2,9 bilhões de libras a cada ano. O relatório identifica um custo base central indicativo de 1,1 bilhão de libras. Ministros defenderam as reformas afirmando que elas proporcionarão maior segurança para milhões de trabalhadores que enfrentam incerteza sobre ganhos e horas. A avaliação do governo sugere que as medidas apoiarão o crescimento ao melhorar o bem-estar e o engajamento dos trabalhadores, o que está ligado ao aumento da produtividade.
Varejistas e grupos empresariais criticaram a proposta. Helen Dickinson, diretora executiva do British Retail Consortium, afirmou que os custos poderiam ser um golpe duro nas perspectivas de emprego dos jovens. A British Chambers of Commerce e a UKHospitality também expressaram preocupação de que as despesas adicionais ocorram em um momento de desemprego juvenil crescente e aumento das contribuições para o seguro nacional. Além disso, a British Chambers of Commerce observou que esses números contradizem afirmações anteriores do governo de que o custo total do Employment Rights Act seria de 1 bilhão de libras.
Veículos com inclinação de centro focaram sua cobertura nos alertas dos varejistas sobre o impacto negativo no emprego dos jovens. Em contraste, a cobertura de inclinação de centro-esquerda forneceu um detalhamento mais minucioso da análise econômica do governo, equilibrando os custos para as empresas com os benefícios projetados para o bem-estar e a produtividade do trabalhador.
Como cada lado enquadrou
- Centro-esquerda
- Equilibrou os custos potenciais para as empresas com os argumentos do governo sobre o bem-estar do trabalhador e o crescimento econômico.
- Centro
- Focou principalmente nos alertas dos varejistas de que as reformas prejudicariam as perspectivas de emprego para os jovens.
Fontes
89% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.