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Netanyahu e esposa enfrentam reações negativas por alegações de conspiração sobre 7 de outubro antes das eleições

3 fontes em 2 países · Israel · França

Quem noticiou

  • Haaretz Israel · Esquerda · Schocken family and M. DuMont Schauberg
  • The Jerusalem Post Israel · Centro-direita · Mirkaei Tikshoret (Eli Azur)
  • Le Monde França · Centro-esquerda · Fonds pour l'independance de la presse

O que as cores significam

  • Esquerda
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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e sua esposa, Sara Netanyahu, estão enfrentando críticas por promover teorias de que autoridades de segurança e rivais políticos falharam em acordar o primeiro-ministro durante os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023. Em um vídeo recente, Benjamin Netanyahu alegou que oficiais militares deliberadamente não o acordaram por mais de uma hora, afirmando que, se tivesse sido acordado às 3h da manhã, o resultado teria sido diferente. Ele descreveu os eventos como uma falha grave da hierarquia militar e de inteligência.

Sara Netanyahu intensificou ainda mais a controvérsia em uma entrevista ao Canal 14, sugerindo que Yair Golan, líder do partido Os Democratas e ex-vice-chefe do estado-maior das FDI, possa ter tido conhecimento prévio do ataque. Ela apontou o fato de que Golan estava vestido e pronto para ajudar logo cedo, enquanto o primeiro-ministro não foi informado. Golan respondeu ameaçando com um processo por difamação contra Sara Netanyahu.

Outras figuras políticas, incluindo o chefe do partido Yashar, Gadi Eisenkot, descartaram essas alegações como tentativas de dividir o público e evitar a responsabilidade pela falha de segurança. Embora Benjamin Netanyahu tenha declarado em um vídeo separado que não acredita que tenha havido uma traição, ele continua a sustentar que não foi acordado a tempo. O discurso ocorre a menos de dois meses das eleições de 27 de outubro.

Como cada lado enquadrou

Esquerda
Caracterizou as alegações como uma nova teoria da conspiração e questionou se acordar o primeiro-ministro mais cedo teria realmente mudado o resultado.
Centro-esquerda
Enquadrou as alegações do primeiro-ministro como uma tentativa deliberada de reescrever a história e transferir a responsabilidade pessoal para os militares.
Centro-direita
Destacou a toxicidade das trocas de acusações eleitorais e a falta de evidências para as teorias de traição, ao mesmo tempo em que observou a estratégia política envolvida.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.