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Resultados do PISA 2025 Revelam Disparidades Educacionais Globais e Lacunas Regionais

2 fontes em 2 países · Brasil · Polônia

Quem noticiou

  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Notes from Poland Polônia · Centro · Independent, grant and reader funded

O que as cores significam

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A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) de 2025, que avaliaram 760.000 estudantes de 15 anos em 91 países e territórios, mostram uma dominância contínua das economias asiáticas no desempenho educacional. As províncias chinesas de Pequim, Xangai, Jiangsu e Zhejiang lideraram em matemática e ciências, enquanto Singapura ocupou o primeiro lugar em leitura. A edição de 2025 deu ênfase primária às ciências e introduziu uma nova avaliação de resolução de problemas computacionais, na qual Macau, Singapura e China classificaram-se nos postos mais altos.

Na Europa, a Polônia surgiu como um forte desempenho, classificando-se em segundo lugar na União Europeia em matemática e em terceiro em compreensão de leitura. Embora a Ministra da Educação polonesa, Barbara Nowacka, tenha saudado essas classificações, ela observou que as pontuações gerais dos testes têm diminuído globalmente e na Polônia, indicando que mais trabalho é necessário. Em contraste, o Brasil teve dificuldades na maioria das categorias, classificando-se em 71º em matemática, 67º em ciências, 52º em leitura e 70º em resolução de problemas computacionais. A pontuação de ciências do Brasil de 409 pontos representou um aumento de seis pontos desde 2022, embora tenha permanecido bem abaixo da média da OCDE de 482 pontos.

Dentro do Brasil, os resultados de 2025 forneceram a primeira comparação direta entre os 26 estados e o Distrito Federal. Os dados revelaram uma divisão interna acentuada, com o Paraná classificando-se em primeiro lugar em todas as quatro áreas avaliadas. A diferença entre o Paraná e Alagoas em resolução de problemas computacionais foi de 120,6 pontos, o que, com base nos parâmetros da OCDE, corresponde a aproximadamente seis anos de aprendizado. Outras regiões brasileiras de alto desempenho incluíram São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais e o Distrito Federal, enquanto Alagoas classificou-se em último lugar em três das quatro categorias.

Como cada lado enquadrou

Centro
Veículos de inclinação central focaram em detalhamentos estatísticos das disparidades regionais dentro do Brasil e na posição relativa de nações da UE, como a Polônia.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.