PT Propõe Reformas Judiciais e Limites de Mandato no STF em Meio a Crise Institucional
2 fontes · Brasil
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- CNN Brasil
- Folha de S.Paulo
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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.
O Partido dos Trabalhadores (PT) aprovou uma resolução na quinta-feira defendendo penas mais severas para corrupção, peculato e tráfico de influência quando cometidos por juízes e ministros. O partido pede uma reforma do judiciário que inclua a introdução de limites de mandato para membros de tribunais superiores e a implementação de períodos de quarentena mais rigorosos para garantir a conduta ética. Além disso, o PT propõe a criação de vagas para representantes da sociedade civil no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para aumentar o controle social sobre o sistema de justiça.
A resolução também exige o fim de salários e privilégios excessivos, bem como a criação de códigos de ética formais para os tribunais. De acordo com o partido, essas medidas são necessárias porque o Supremo Tribunal Federal (STF) está atualmente engajado em uma guerra que deixou a sociedade atônita. O PT pediu especificamente o fim do sigilo em torno do caso Banco Master e solicitou transparência nas investigações sobre fundos utilizados para um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Avaliações internas do partido sugerem que essas propostas são uma reação a um cenário político em mudança. A liderança do partido acredita que a crise atual no STF e dados recentes de pesquisas representam um risco para a campanha de reeleição do presidente Lula, particularmente com o crescimento do candidato Flávio Bolsonaro. Em resposta, a campanha pretende energizar sua base por meio de mais ações de rua e uma mudança de tom nos anúncios de rádio e televisão, focando em conquistas do governo em educação e segurança pública.
Como cada lado enquadrou
- Centro
- Ambos os veículos de inclinação central enquadraram o evento como uma reação política estratégica do PT a uma crise judicial e à queda nos números das pesquisas.
Fontes
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