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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Ratko Mladic Morre em Haia em Meio a Homenagens Nacionalistas na Sérvia

2 fontes em 2 países · Israel · Suíça

Quem noticiou

  • Haaretz Israel · Esquerda · Schocken family and M. DuMont Schauberg
  • Neue Zuercher Zeitung Suíça · Centro-direita · Dispersed shareholders, no controlling stake

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A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

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Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

Ratko Mladic, o ex general sérvio da Bósnia condenado por genocídio e crimes de guerra, morreu em 27 de agosto aos 84 anos em um hospital prisional das Nações Unidas em Haia. Mladic cumpria pena de prisão perpétua por crimes cometidos durante a Guerra da Bósnia entre 1992 e 1995, incluindo o massacre de Srebrenica, o cerco de Sarajevo e a captura de pacificadores da ONU como reféns. Após a notícia de sua morte, memoriais espontâneos ocorreram em várias cidades, particularmente dentro da Republika Srpska. Apoiadores exibiram bandeiras sérvias, acenderam velas e entoaram seu nome. Em um caso, torcedores do clube de futebol Estrela Vermelha de Belgrado exibiram uma faixa em sua homenagem durante uma partida da Liga Europa, o que levou a UEFA a abrir processos disciplinares depois que o clube compartilhou a imagem no X.

As reações políticas foram divididas. Milorad Dodik, um político poderoso na Republika Srpska, elogiou a luta de Mladic pela defesa dos sérvios e alegou que o tribunal em Haia foi responsável por sua morte devido aos maus cuidados médicos. O presidente sérvio Aleksandar Vucic criticou o tribunal da ONU por seu comportamento incivilizado ao negar a Mladic a oportunidade de morrer na Sérvia. Embora Vucic tenha oferecido assistência à família para um sepultamento na Sérvia, ele evitou se comprometer com um funeral de Estado, apesar de sugestões de seu ministro da justiça de que tal protocolo deveria ser seguido. Membros da oposição liberal e organizações de direitos humanos criticaram a glorificação contínua do criminoso de guerra condenado.

A reportagem sobre o evento difere com base na perspectiva política. Uma fonte de centro direita foca na tensão política interna sérvia e na pressão diplomática da União Europeia em relação ao manejo da morte. Uma fonte de esquerda enquadra o evento como um conto preventivo sobre a negação de crimes de guerra, traçando um paralelo entre o luto por Mladic e os atuais desafios jurídicos enfrentados pela liderança israelense no Tribunal Penal Internacional.

Como cada lado enquadrou

Esquerda
A reportagem enquadra o evento como um alerta sobre os perigos da negação de crimes e faz uma comparação direta com a situação política atual em Israel.
Centro-direita
A reportagem foca nas implicações geopolíticas para a relação da Sérvia com a UE e no debate interno sobre os protocolos de funeral de Estado.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.