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Este é um novo desdobramento de uma história que já cobrimos · cobertura anterior

Ministro do TSE suspende campanha digital do candidato a presidente Renan Santos

5 fontes · Brasil

Quem noticiou

  • G1 Brasil · Centro-esquerda · Grupo Globo (Marinho family)
  • CNN Brasil Brasil · Centro · Rubens Menin (MRV)
  • Folha de S.Paulo Brasil · Centro · Grupo Folha (Frias family)
  • Estadao Brasil · Centro-direita · Grupo Estado (Mesquita family)
  • Gazeta do Povo Brasil · Centro-direita · Grupo Paranaense de Comunicacao

O que as cores significam

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  • Um bloco hachurado indica que o veículo é ligado a um Estado ou controlado por ele.

A orientação política indica onde o veículo se situa dentro da política do próprio país. Nunca é uma posição numa única escala global.

A orientação política é comparável dentro de um país, não entre países, e por isso a barra agrupa por país primeiro. Emissoras de financiamento público não são marcadas como ligadas ao Estado.

O proprietário de cada veículo é informado como registro, e não como um julgamento sobre o veículo.

Todas as fontes desta história reportam de Brasil.

Traduzido do original em inglês, que foi escrito a partir das fontes listadas abaixo.

O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu a campanha digital de Renan Santos, candidato a presidente pelo partido Missão. A decisão proíbe o uso de perfis em redes sociais que foram informados ao tribunal após o prazo legal, impede o candidato de participar de debates, podcasts e entrevistas, e congela o uso de recursos do fundo eleitoral. As restrições também se aplicam ao vice do candidato, Aroldo Medina. Após a ordem, o YouTube e o Instagram removeram as contas de Santos no Brasil.

Toffoli baseou sua decisão no fato de que Santos informou ao tribunal 16 perfis de redes sociais 12 dias após seu registro inicial em 7 de agosto. O ministro argumentou que essa omissão permitiu que os perfis permanecessem nos algoritmos de recomendação das plataformas enquanto as contas de rivais eram filtradas conforme as regras do TSE de 2024. Toffoli afirmou que isso criou uma vantagem injusta e indicou uma potencial fraude contra a lei. Ele ordenou que os provedores de internet preservem o conteúdo e forneçam dados sobre postagens e impulsionamentos, dando à campanha 24 horas para fornecer mais detalhes ou enfrentar a possível rejeição do registro da candidatura.

Renan Santos condenou a decisão como ilegal e persecutória, alegando que falhas técnicas no sistema de registro do TSE causaram o atraso. Ele sugeriu que a decisão é uma retaliação pessoal porque ele organizou protestos sobre o envolvimento de Toffoli no caso Banco Master. Sua equipe de defesa anunciou um mandado de segurança para reverter as medidas, argumentando que a suspensão causa danos irreparáveis a uma campanha que não possui tempo de televisão e rádio.

Dentro do TSE, a decisão enfrentou críticas internas. Alguns ministros acreditam que a questão deveria ser tratada como propaganda irregular, e não como um questionamento ao registro da candidatura. Juristas citados por algumas reportagens descreveram a medida como uma aberração jurídica, observando que a lei eleitoral normalmente permite que os candidatos façam campanha enquanto seu registro está sob revisão judicial.

Restrições semelhantes também foram aplicadas a Wilson Grassi Junior, candidato a presidente pelo partido Democrata, que também não informou vários perfis de redes sociais no prazo.

Como cada lado enquadrou

Centro-esquerda
Este veículo focou nas violações procedimentais das regras eleitorais e nas justificativas oficiais fornecidas pelo TSE.
Centro
Esses veículos focaram nas divergências jurídicas internas dentro do TSE e nas vantagens algorítmicas específicas obtidas pelo candidato.
Centro-direita
Esses veículos enfatizaram a narrativa de perseguição do candidato e enquadraram a decisão como uma forma de censura ou um movimento ditatorial.

Fontes

100% das afirmações deste artigo foram rastreadas até as reportagens de origem listadas acima.